Que momento mais emo que eu tô passando. Isso é um SACO.
Nessas horas queria morar sozinho, pra não ter que dar satisfação pra ninguém das merdas que quero fazer, das besteiras que quero gritar, dessa sensação de que algo se perdeu dentro de mim, e que não tô afim de explicar pra ninguém.
Só aqui, neste blog, vazio e inabitado como deve ser.
Tô ouvindo Bon Jovi. Caramba, isso é musicalmente ruim, mas eu gosto. É muito daquelas coisas que grudam, que tem um refrão besta, uma letra mais besta ainda, e um cantor que na época usava calças coladas, achava (e se acha) o máximo, e menininhas histéricas (e homões fru-fru, porque não?) gritando seu nome. Wah, é demais pra minha cabeça, ainda bem que ouvir isso apenas em mp3 não faz minha imaginação em si fluir. Tenho uma capacidade limitadíssima pra isso.
No fim das contas, não teve escapatória. É tchau, adeus, foi bom te conhecer. Eu afasto as pessoas, talvez porque queira, talvez não, o pior é ter consciência disso e não poder fazer nada a respeito. Ou não querer, mas isso são outros quinhentos que minha capacidade psicanalítica não comporta.
E de pensar que isso tudo (re)começou com uma simples frase do Osasco, que não era necessariamente sobre o amor, companheirismo, ou essas coisas que buscamos na vida moderna. Era algo mais simples, puro e tosco: "alguém para cuidar de mim quando estiver velho". Na hora, nem me liguei. Quando processei a mensagem, ao meu modo, consegui pensar em apenas uma pessoa, aquela que desejei por tanto tempo, aquela a quem eu sempre quis o bem, quando logo de cara não tive dúvidas sobre o que queria, ou como as coisas seriam. Minha mente inventou desculpas mil para combater meus medos, e esse medo acabou engolindo a si só. E quer me levar junto.
Agora a pouco vi o ator que fez o Kutner no House fazendo um papel muito figurante no Superman - O Retorno. Não gosto do Super-Homem, nunca fui muito fã dele. Hipocrisia barata norte-americana demais pro meu gosto. Pior que ele, só o Capitão América.
domingo, abril 12, 2009
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