Hoje pela manhã foi noticiado sobre um atropelamento de uma ciclista em plena Av. Paulista. Por um ônibus. Fatal, trágico, revoltante. Não tenho aqui palavras pra descrever o que os familiares, amigos, ou qualquer um que conhecesse a ciclista possa estar sentindo nesse momento, sentiu quando soube, ou mesmo o que planeja fazer ou rever dos seus planos para o futuro. Eu, se estivesse no lugar deles, estaria mais do que perdido.
O estranho é que, quando li a notícia, senti como se fosse um aperto no peito, aquelas sensações ruins, do tipo: "e se eu conhecer tal pessoa?". Desespero. E quando vi o nome nos noticiários, não, não foi uma sensação de alívio. Apenas uma tristeza, e uma sensação de quão frágil somos, perante todas essas coisas que criamos, e perante nós mesmos. Ainda mais nessa semana, que venho me atualizando no seriado Dexter.
E para não minha surpresa, descubro no final do dia, que na verdade a conheci. Talvez só tenha trocado um simples "Oi" e "Tchau" com ela, mas ainda assim, é assustador. Foi naquele evento Rios e Ruas.
Registro aqui meus pêsames, e minha tristeza. Quero acreditar que há mais pessoas boas do que ruins nesse mundo, eu juro que quero. Que as pessoas conseguem enxergar mais o que há ao redor do que ao próprio nariz. E que a vida, tão frágil como ela é, deve ser respeitada acima de tudo. Ou que vão todos... dormir. Assim como eu vou agora.
sábado, março 03, 2012
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