"Jak sie masz? My name-a Borat. I like you. I like sex. Is nice!
["How are you?" in Polish]"
Caraleo! Que filme engraçadíssimo que perdi no cinema! Mas vi no PC, e vou comprar o DVD, porque vale a pena! Hahaha!
O filme fala de um pseudo-documentário feito por um pseudo-repórter de um pseudo-Casaquistão (tá, eles existem, mas para nós, pessoas do mundo moderno apático violento e sem tempo como São Paulo, aquilo é surreal) que faz uma viagem aos US and A para aprender um pouco sobre a "maior" civizilação da terra.
A hilariedade do filme se deve à primitividade do ser homem caracturarizada pela figura de Borat. Ele não é machista, os nordestinos machistas são menininhas perto dele. Ele não é educado, um orc se passaria por príncipe perto dele. Ele não é gay, mas ele se dá muito bem com ativistas do movimento GLS.
Tem vários momentos ótimos, e algumas notas culturais, como o fato deles não gostarem de ciganos e judeus (tanto que tem até uma corrida cultural onde judeus-monstros correm atrás deles, e para apaziguar a raiva deles eles jogam... dinheiro! ou as baratas!); da revolta do Borat pelo fato das mulheres terem o direito com quem fazer sexo, e dele querer dar beijinho em cada homem que conhece, ou passa na rua; no jantar super-chique, no encontro com as feministas, ou ainda no rodeio.
(por exemplo, essa frase é linda: Although Kazakhstan a glorious country, it have a problem, too: economic, social, and Jew.)
O filme inteiro é engraçado, basta liberar a mente e curtir esse mundo bizarro que é a volta de Borat. 9.0/10
Borat: You telling me the man who try to put a rubber fist in my anus was a homosexual?
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