Sonhei, sonhei que te encontrava, sonhei que ia até onde você morava, sonhei que lia seu "diário", encontrava várias coisas, mas quase nada sobre mim. A dúvida, a incógnita, o não saber o que se passa pela sua mente. Nem sobre outros, nada concreto. Aguardava seu retorno. Demorou uma eternidade, mas você chegou, cansada, com sono. Mal deu pra conversar. Senti uma vontade irresistível de estar ao seu lado, por perto, e não houve nem aceitação, nem rejeição. Dúvida, dúvida, dúvida.
Vou ficar num estado de loucura enquanto não ouvir o seu 'não'. Há muito tempo eu não sinto algo tão forte, capaz de fazer meu peito explodir por dentro. Não sei se consciente ou inconscientemente eu conseguia evitar isso, mas dessa vez não pude controlar, apesar de ter a plena consciência dos fatos, fatos que não foram nada concretos, apenas subjetivos, sujeitos à uma n gama possibilidade de interpretações.
E tudo que eu quero é tão simples: falar com você, conhecer-te melhor, ter o prazer da sua companhia e poder nos divertir inocentemente quanto foi da outra vez. Eu quero sim, que você transforme todos esses desejos dentro de mim, em algo muito maior, num futuro bem próximo, e que seja recíproco. Ou que eu receba um não, antes de tudo isso, e poder continuar com minha vida feliz ao meu modo, sem afetar mais esse coração aqui dentro que há muito havia sido lacrado.
domingo, julho 10, 2011
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