segunda-feira, julho 02, 2012

Do it, do it, do it, do it, do it, do it, do it now!

Do final do ano passado pra cá, dei uma boa renovada musical na minha playlist. Estava já há um bom tempo sem realmente atualizar ela, ouvindo há anos as mesmas bandas e músicas, sem nem procurar pelo trabalho novo de cada artista (como o Pearl Jam, show que fui ano passado e parei no tempo do Yield). E vou registrar somente os mais notáveis:

- Hot Chip: segundo o wikipedia, banda de pop eletrônico (e outras variações de eletrônico pop), e pop alternativo. É, é bem pop, e incrivelmente dançante. Sim, a vontade que tenho é de andar ao ritmo da música, e cantando em alto e bom som, mesmo com minha voz pigarreada e horrível. As letras não são lá aquele primor, mas é ótimo pra dançar. E sim, eles tocaram no Planeta Terra que eu fui (2010), e logicamente eu não os conhecia na época e nem fui prestigiá-los no palco alternativo.

- Gogol Bordello: segundo o wikipedia, banda de gypsy punk (ou punk cigano). Sim, se você for maluco como eu, não precisa ouvir nada além disso pra querer saber mais sobre esse ser completamente weirdo faz de música. É algo bem nonsense, lembra música de bar ao estilo pirata arranjando briga como o cigano de Snatch, Porcos e Diamantes e mandando você dar uma voadora na própria mãe, enquanto dança polka. Sim, esse me dá vontade de sair dançando na rua, e dançando uma mistura de polka com flamenco com bate-cabeça com steps aleatórios. (ahn? é!)

- Arcade Fire: segundo o wikipedia, banda de indie rock. Parece uma mistura de vários sons que você já ouviu numa época um pouco mais sombria e sóbria de sua vida, tipo Echo & The Bunnyman regado na fase feliz do The Cure. Não, eu sou péssimo pra referências, o fato é que é um som que dá inspiração, talvez seja o 'crescendo' da música (uhu!), ou simplesmente uma viagem minha.

- Florence + The Machine: banda de indie rock inglesa. Com uma vocalista pra lá de sensacional, musicalmente falando (porque ela parece aquelas pessoas que querem ser fadas ou outros seres místicos de livros, saca?). Mas sério, só pra quem ouviu dá pra descrever, ainda mais se for ao vivo. Eu vi o ao vivo pela TV, ainda só conhecia algumas músicas deles, mas me emocionou mais do que muito show ao vivo que já fui. É de uma energia e uma empolgação que só alguém que gosta de música de verdade é capaz de transmitir. Ou pelo menos, é essa a sensação que essa wannabe fairie passa.

- Lana Del Rey: cantora de indie pop. Apesar das apresentações ao vivo em alguns programas de TV terem me deixado decepcionado, esse último álbum de estúdio, o Born to Die, é pra lá de ótimo. É sensual, é sóbrio, é nostálgico, é cativante, ou como bem diria o Tas, é uma delicinha. Sério, é um deleite pra um ouvidos livre de pré-conceitos de qualquer coisa que você tenha ouvido falar sobre ela na internet. E não procure ao vivo, fique preso ao álbum.

Outras menções que vou deixar aqui são Norah Jones, Fiona Apple (comparação com Lana), Morcheeba (há anos encostado no iTunes sem nunca ter realmente parado pra ouvir), Ray Charles e Stevie Wonder. Há também Foster The People e Passion Pit, mas esses já são hors concours, considerados por mim tão bons que tornaram-se instantaneamente clássicos.

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